29 5 / 2012

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29 5 / 2012

Ele não é meu namorado. Mas ele é meu.

(Fonte: i-nc0gnita, via cuidadocomigo)

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29 5 / 2012

Eu leio A, penso B e fico triste por C.

(Fonte: bipolarefeliz, via cartasparajulieta)

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29 5 / 2012

Mulher perigosa é aquela que fica em silêncio.

(Fonte: c-alling44, via cartasparajulieta)

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29 5 / 2012


E por mais que eu tente disfarçar, por mais que eu tente me forçar a parecer indiferente… Você me afeta e não tem jeito. E eu odeio isso, acredite… Seu sorriso maroto, seu olhar malicioso. A sua forma meio lerda de andar. Sua voz arrastada, sua atitude de “não tô nem aí”. Sua forma gentil de tratar as pessoas me encanta, como você é engraçado sem querer realmente ser e como parece me entender, sem realmente me conhecer. A forma como olha pra mim e com um simples olhar parece me falar muita coisa, sem precisar realmente dizer algo… E é em tudo isso e muito mais em que eu reparo, tudo isso me fascina e me irrita. Você me fascina e me irrita. Isso é terrivelmente contraditório e estranho, eu sei.

E por mais que eu tente disfarçar, por mais que eu tente me forçar a parecer indiferente… Você me afeta e não tem jeito. E eu odeio isso, acredite… Seu sorriso maroto, seu olhar malicioso. A sua forma meio lerda de andar. Sua voz arrastada, sua atitude de “não tô nem aí”. Sua forma gentil de tratar as pessoas me encanta, como você é engraçado sem querer realmente ser e como parece me entender, sem realmente me conhecer. A forma como olha pra mim e com um simples olhar parece me falar muita coisa, sem precisar realmente dizer algo… E é em tudo isso e muito mais em que eu reparo, tudo isso me fascina e me irrita. Você me fascina e me irrita. Isso é terrivelmente contraditório e estranho, eu sei.

(via cuidadocomigo)

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29 5 / 2012


E assim como uma foto que eu gostei muito e colei na parede do seu quarto, colei cada momento nosso num cantinho aqui do meu coração.

E assim como uma foto que eu gostei muito e colei na parede do seu quarto, colei cada momento nosso num cantinho aqui do meu coração.

(via cuidadocomigo)

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29 5 / 2012

(Fonte: i-s0lada, via cuidadocomigo)

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13 5 / 2012

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13 5 / 2012

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13 5 / 2012

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13 5 / 2012

(Fonte: kevvn, via alucicrazy)

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14 4 / 2012


“Acorde as quatro da matina ao som de um rock qualquer, ponha a toalha branca rendada, aquela que tua mãe ganhastes de tu mesma, naquele dia das mães calorento de 98, na mesa velhinha da cozinha prepare e tome um café reforçado, não economize no número das colheres de achocolatado. Tem dias, que adoçar é a palavra. Paulatinamente os ponteiros do relógio bailam sobe tic-tac alarmante, enquanto a chuva caí devoradoramente sobre os telhados encardidos das cidades do norte da Europa, causando inúmeros plantões jornalísticos ao longo do dia, tragedia e mais tragedia. O ser humano, deveria se alimentar disso, seria bem mais produtivo e econômico. Sobe a cama bagunçada de lençóis verde-oliva pairam ainda aquelas retoricas cartas de amor do bimestre retrasado, e algumas contas que eu teimo em guardar no funda da minha bolsinha preta de renda e acabo esquecendo de pagá-las. Quando vencer eu pago. Ou melhor, que corte a luz, a internet, e tudo que tiverem direito. Alguns dias sem contado social faz bem a alma que qualquer individuo em suicídio interno. Deixar o meu lado repleto de alucinógenos florescer perante essa máscara mau acabada que eu ando vestindo diariamente. Permitir-me a testemunhar um pôr do sol, ou sentir o sabor da maresia do litoral paulista. Deliciar-me com os bombados jogadores de futevôlei, e comer milho com manteiga. Vou pegar um livro na biblioteca quase sem visitas lá da escola, ou passar na banca de jornais e ler um artigo sobre as eleições americanas. Me por mais do que a par das atividades socieconômicas da tão intocável potência que é os Estados Unidos da América. Alias, não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. Brio, é disso que precisamos em demasia, umas três, quatro garrafas cheias até a boca. Ou uma xícara de café bem forte. Somos constantemente subordinados a este falso moralismo hipócrita que abrange todas as rotações terrestres. Talvez seja isso que nos diferencie das outras formas de vida, somos tão dissemelhantemente iguais que nos diferenciamos. “Quem sou eu?” Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.” Natália Castro, muitezas

Acorde as quatro da matina ao som de um rock qualquer, ponha a toalha branca rendada, aquela que tua mãe ganhastes de tu mesma, naquele dia das mães calorento de 98, na mesa velhinha da cozinha prepare e tome um café reforçado, não economize no número das colheres de achocolatado. Tem dias, que adoçar é a palavra. Paulatinamente os ponteiros do relógio bailam sobe tic-tac alarmante, enquanto a chuva caí devoradoramente sobre os telhados encardidos das cidades do norte da Europa, causando inúmeros plantões jornalísticos ao longo do dia, tragedia e mais tragedia. O ser humano, deveria se alimentar disso, seria bem mais produtivo e econômico. Sobe a cama bagunçada de lençóis verde-oliva pairam ainda aquelas retoricas cartas de amor do bimestre retrasado, e algumas contas que eu teimo em guardar no funda da minha bolsinha preta de renda e acabo esquecendo de pagá-las. Quando vencer eu pago. Ou melhor, que corte a luz, a internet, e tudo que tiverem direito. Alguns dias sem contado social faz bem a alma que qualquer individuo em suicídio interno. Deixar o meu lado repleto de alucinógenos florescer perante essa máscara mau acabada que eu ando vestindo diariamente. Permitir-me a testemunhar um pôr do sol, ou sentir o sabor da maresia do litoral paulista. Deliciar-me com os bombados jogadores de futevôlei, e comer milho com manteiga. Vou pegar um livro na biblioteca quase sem visitas lá da escola, ou passar na banca de jornais e ler um artigo sobre as eleições americanas. Me por mais do que a par das atividades socieconômicas da tão intocável potência que é os Estados Unidos da América. Alias, não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. Brio, é disso que precisamos em demasia, umas três, quatro garrafas cheias até a boca. Ou uma xícara de café bem forte. Somos constantemente subordinados a este falso moralismo hipócrita que abrange todas as rotações terrestres. Talvez seja isso que nos diferencie das outras formas de vida, somos tão dissemelhantemente iguais que nos diferenciamos. “Quem sou eu?” Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.” Natália Castro, muitezas

(via merelymylove)

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14 4 / 2012

(Fonte: mental-suicide, via aurevoir)

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14 4 / 2012

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14 4 / 2012

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